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Devocional 12 de Janeiro - Livro de Cheques do Banco da Fé / Charles H. Spurgeon

Devocional 12 de Janeiro - Livro de Cheques do Banco da Fé / Charles H. Spurgeon

Charles H. Spurgeon "Livro de cheques do Banco da Fé"

12 de Janeiro

“Pois o SENHOR não rejeitará para sempre.”  (Lamentações 3:31)

Ele poderá rejeitar-nos por um tempo, mas não para sempre. Uma mulher poderá deixar de usar os seus adornos durante poucos dias, mas não os esquecerá, nem os lançará sobre a pilha de estrume. Não é próprio do SENHOR rejeitar aqueles a quem Ele ama, porquanto “como tinha amado os Seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim.” Alguns falam de estar na graça ou fora da graça, como se fôssemos coelhos que entram e saem das suas tocas; porém, de fato, não é assim. O amor do SENHOR é um assunto muito mais sério e permanente do que isto.


Ele escolheu-nos desde a eternidade, e amar-nos-á durante toda a eternidade. Ele amou-nos de tal maneira para morrer por nós, e por esse motivo, podemos estar seguros de que o Seu amor jamais se extinguirá. A Sua honra está de tal modo envolvida na salvação do crente, que Lhe seria absolutamente impossível rejeitá-lo como rejeitar as Suas próprias vestes do Seu ofício como Rei da Glória. Não, não! O SENHOR Jesus, como Cabeça, nunca rejeita os Seus membros; como Esposo, nunca despreza a Sua noiva. Pensavas que eras rejeitado? Por que pensaste tão mal do SENHOR que te tem desposado? Rejeita tais pensamentos, e jamais permitas que se alojem outra vez no teu coração. “Deus não rejeitou o Seu povo, que antes conheceu.” (Rm 11:2) “Ele aborrece o repúdio.” (Ml 2: 16)

Devocional 11 de Janeiro - Livro de Cheques do Banco da Fé / Charles H. Spurgeon

Devocional 11 de Janeiro - Livro de Cheques do Banco da Fé / Charles H. Spurgeon

Charles H. Spurgeon "Livro de cheques do banco da Fé"

11 de janeiro

Quando eu trouxer nuvens sobre a terra e nelas aparecer o arco-íris.” (Gênesis 9:14)

Agora mesmo as nuvens são suficientemente abundantes, porém, não temos medo de que o mundo seja destruído por um (novo) Dilúvio. Vemos o arco-íris com a frequência suficiente para impedir-nos de ter tal medo. O pacto que o SENHOR fez com Noé permanece firme, e não temos dúvidas a esse respeito. Por que, pensamos então, que as nuvens da tribulação, que obscurecem agora o nosso céu, terminarão na nossa destruição? Mandemos embora semelhantes medos infundados e desonrosos.


A fé vê sempre o arco da promessa do pacto, sempre que os sentidos veem a nuvem da aflição. Deus tem um arco com o qual pode disparar as Suas flechas de destruição. Mas vede, está voltado para cima! É um arco sem flecha e sem corda; é um arco que está suspenso para amostra, que já não é usado para a guerra. É um arco de muitas cores que expressam esperança e amor, e não um arco ensaguentado por matanças, ou negro com a ira. Tenhamos bom ânimo. Deus jamais obscurece tanto o nosso céu de maneira a deixar o Seu Pacto sem testemunho, e até se Ele o fizesse, nós confiaríamos nEle, uma vez que Ele não pode mudar, nem mentir, nem de modo algum, deixar de cumprir o Seu Pacto de paz. Até que as águas cubram a Terra outra vez, não teremos motivos para duvidarmos do nosso Deus.

Devocional 10 de Janeiro - Livro de Cheques do Banco da Fé / Charles H. Spurgeon

Devocional 10 de Janeiro - Livro de Cheques do Banco da Fé / Charles H. Spurgeon

Charles H. Spurgeon "Livro de cheques do banco da Fé"

10 de janeiro


Quem dá alívio aos outros, alívio receberá.” (Provérbios 11:25)

Se eu considerar cuidadosamente os outros, Deus me considerará a mim, e de uma maneira ou outra, me recompensará. Se eu considerar o pobre, o SENHOR me considerará a mim. Se eu cuidar das crianças, o SENHOR me tratará como Sua criança. Se eu alimentar o Seu rebanho, Ele alimentará a mim. Se eu regar o Seu jardim, Ele fará da minha alma um jardim regado. Esta é a própria promessa do SENHOR; que eu seja cuidadoso a cumprir as Suas condições e então poderei esperar o seu cumprimento.


Poderei preocupar-me comigo até me tornar enfermo; poderei vigiar os meus próprios sentimentos até que nada sinta; e poderei lamentar a minha própria debilidade até ficar muito fraco para me lamentar. Será para mim muito mais vantajoso ser desinteressado, e por amor ao meu SENHOR Jesus, começar a importar-me com as almas daqueles que me rodeiam. O meu tanque está-se esvaziando; não tem chovido recentemente para enchê-lo; o que farei? Vou tirar-lhe a rolha, e vou deixar que o seu conteúdo se esgote para regar as plantas que murcham ao meu redor. O que vejo? A minha cisterna parece encher-se à medida que a água vai saindo dela. Um manancial secreto está brotando. Enquanto tudo estava estagnado, o novo manancial estava cerrado; porém, quando a minha água reservada sai para regar os outros, o SENHOR pensa em mim. Aleluia!