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Tudo para Ele - Oswald Chambers / 11 de janeiro

11 de janeiro - O que a minha obediência a Deus custa a outras pessoas

Tudo para Ele - Oswald Chambers

11 de janeiro - O que a minha obediência a Deus custa a outras pessoas


Enquanto o levavam, agarraram Simão de Cirene, que estava chegando do campo, e lhe colocaram a cruz às costas, fazendo-o carregá-la atrás de Jesus. (Lucas 23:26)

Se obedecemos a Deus, isso por vezes custará mais a outras pessoas do que nos custa a nós, e é aí que começa a dor. Se amamos profundamente o Senhor, a obediência não nos custa nada— é um deleite. Mas, para aqueles que não O amam, a nossa obediência custa-lhes muito. Se obedecemos a Deus, isso quer dizer que os planos de outras pessoas serão afetados. Elas zombarão de nós, como se dissessem, “Você chama isso de cristianismo?” Podemos evitar o sofrimento, mas não se formos obedientes a Deus. Devemos deixar que o custo seja pago.

Quando a nossa obediência começa a custar a outros, o nosso orgulho humano entrincheira-se e dizemos: “Nunca vou aceitar nada de ninguém.” Mas devemos fazê-lo, ou desobedeceremos a Deus. Não temos nenhum direito de pensar que o tipo de relações que temos com os outros deveria ser diferente daqueles que o próprio Senhor teve (veja Lucas 8:1-3).

A falta de progresso na vida espiritual resultada quando nós mesmos tentamos suportar todos os custos. E, na verdade, nós não podemos. Porque estamos tão envolvidos nos propósitos universais de Deus, que outros são imediatamente afetados pela nossa obediência a Ele. Será que vamos permanecer fiéis na nossa obediência a Deus e estar dispostos a sofrer a humilhação de nos recusarmos a ser independentes? Ou será que vamos fazer exatamente o oposto e dizer: “Não farei sofrer outras pessoas”? Nós podemos desobedecer a Deus se quisermos, e isso trará alívio imediato à situação, mas isso entristecerá o nosso Senhor. Se, no entanto, obedecemos a Deus, Ele cuidará daqueles que sofreram as consequências de nossa obediência. Devemos simplesmente obedecer e deixar todas as consequências com Ele.


Toma cuidado com a tendência de dar ordens a Deus acerca dos resultados que permitirás que aconteçam, como uma condição da tua obediência a Ele.

Tudo para Ele - Oswald Chambers / 10 de janeiro

Tudo para Ele - Oswald Chambers / 10 de janeiro

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10 de janeiro – Os olhos abertos


“Agora te envio, para lhes abrir os olhos, …, a fim de que recebam a remissão dos pecados … (Atos 26:17-18)

Em todo o Novo Testamento este versículo é o maior exemplo da verdadeira essência da mensagem de um discípulo de Jesus Cristo.

A primeira obra soberana da graça de Deus é resumida nas palavras, “… a fim de que recebam a remissão dos pecados …” Quando uma pessoa falha na sua vida cristã pessoal, geralmente é porque ela nunca recebeu nada. O único sinal de que uma pessoa é salva é que ela tenha recebido algo de Jesus Cristo.

O nosso trabalho como obreiros de Deus é abrir os olhos das pessoas para que possam voltar-se da escuridão para a luz. Mas isso não é a salvação, é a conversão – é o esforço pessoal de um ser humano que foi despertado. Não creio que seja um exagero dizer que a maioria dos cristãos nominais é assim. Os seus olhos estão abertos, mas eles não receberam nada. A conversão não é regeneração. Este é um fato negligenciado na nossa pregação atualmente.

Quando uma pessoa nasce de novo, ela sabe que é porque ela recebeu algo como uma dádiva do Deus Todo-Poderoso e não por causa da sua própria decisão. As pessoas podem fazer promessas, e podem estar determinadas a chegar ao fim sem fraquejar, mas nada disso é a salvação. Salvação significa que somos levados à posição onde somos capazes de receber algo de Deus pela autoridade de Jesus Cristo, isto é, o perdão dos pecados.


Isto é seguido pela segunda obra poderosa da graça de Deus: “… e um lugar entre os santificados...” Na santificação, aquele que nasceu de novo deliberadamente entrega o seu próprio direito de si mesmo a Jesus Cristo, e identifica-se totalmente com o ministério de Deus para com as outras pessoas.

Tudo para Ele - Oswald Chambers / 7 De Janeiro - Intimidade com Jesus

Tudo para Ele - Oswald Chambers   7 de janeiro - Intimidade com Jesus

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7 de janeiro - Intimidade com Jesus


Jesus respondeu: "Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? (João 14: 9)

Estas palavras não foram ditas como uma repreensão, nem mesmo com surpresa, Jesus estava encorajando Filipe para se aproximar mais dEle. No entanto, Jesus é a última pessoa com quem nos tornamos amigos íntimos. Antes do Pentecostes, os discípulos conheciam Jesus como Aquele que lhes dera poder para dominar os demonios e para produzir um renascimento (ver Lucas 10:18-20). Era uma intimidade maravilhosa, mas havia uma intimidade muito mais estreita por vir: “...Tenho-vos chamado amigos...” (João 15:15). A verdadeira amizade é rara na Terra. Ela significa identificação com alguém em pensamento, coração e espírito. Toda a experiência da vida é projetada para nos permitir entrar neste relacionamento mais íntimo com Jesus Cristo. Nós recebemos as Suas bênçãos e conhecemos a Sua Palavra, mas será que nós realmente O conhecemos

Jesus disse: “Que vos convém que Eu vá...” (João 16:7). Ele terminou aquele relacionamento para os levar a um relacionamento mais íntimo. É uma alegria para Jesus, quando um discípulo aproveita o tempo para andar mais intimamente com Ele. A capacidade de dar frutos é sempre mostrada na Escritura como o resultado visível de uma relação íntima com Jesus Cristo (ver João 15:1-4).

Uma vez que temos intimidade com Jesus nunca estamos sós e nunca nos falta compreensão ou compaixão. Podemos abrir-Lhe continuamente os nossos corações sem sermos vistos como excessivamente sentimentais ou patéticos. O Cristão que está em verdadeira intimidade com Jesus nunca vai chamar a atenção para si mesmo, mas só vai mostrar a evidência de uma vida onde Jesus está totalmente no controle. Este é o resultado de permitir que Jesus satisfaça todas as áreas da vida em profundidade. A impressão resultante de uma vida assim é a do equilíbrio, firme e calmo que o Senhor dá aqueles que são íntimos com ele.