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12 de Janeiro - Um dia de cada vez - William MacDonald

12 de Janeiro - Um dia de cada vez - William MacDonald

Um dia de cada vez - William MacDonald

12 de janeiro

O que você tem que não tenha recebido? (1 Coríntios 4:7)

Esta é uma boa pergunta, pois põe nossos pés no chão. Não temos nada que não tenhamos recebido. Quando nascemos somos dotados física e intelectualmente. Não podemos gabar-nos da nossa aparência e da nossa inteligência porque é algo que está além do nosso controle. É uma casualidade de nascimento.

Tudo o que sabemos é resultado da nossa educação. Outros derramaram informações em nossa mente. Com frequência, quando pensamos ter alguma ideia original,a encontramos em um livro que lemos há vinte anos. Emerson (1803-1882), escrito panteísta americano, disse que: “todas as minhas melhores idéias foram roubadas pelos antigos”

O que dizemos dos nossos talentos? Não há dúvida de que alguns deles são herança de família e que se desenvolveram pelo treino e pela prática, mas não se originaram de nós. Eles nos foram dados.

Pilatos estava cheio de si pela autoridade que tinha, mas o Senhor Jesus o lembrou de que: “Nenhuma autoridade terias sobre mim, se de cima não te fosse dada” (João 19:11).

Em resumo, cada batida do nosso coração é um dom de Deus. Por esta razão Paulo em 1 Coríntios 4:7, continua perguntando: “E, se o recebeste, por que te glorias, como se não o tiveras recebido?”

E esta é a razão pela qual Harriet Beecher Stowe não queria ser aplaudida por ter escrito “A Cabana do Pai Tomás.” Dizia: «“A cabana do Pai Tomás”? É obvio que não, não tive o controle da história; ela escreveu-se sozinha. O Senhor escreveu-a, e eu nada mais fui do que um instrumento humilde nas Suas mãos. Tudo me chegou em visões, uma atrás da outra, e escrevi-as. A Ele somente seja o louvor!»

A percepção constante de que não temos nada que não tenhamos recebido, liberta-nos de nos gabarmos e de nos felicitarmos, e leva-nos a dar glória a Deus por todo o bem que sejamos ou façamos.


“Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas. Mas, o que se gloriar glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o Senhor, que faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor.” (Jeremias 9:23-24).

11 de Janeiro - Um dia de cada vez - William MacDonald

11 de Janeiro - Um dia de cada vez - William MacDonald

Um dia de cada vez - William MacDonald

11 de janeiro

“Pela boca de duas ou três testemunhas, toda a palavra seja confirmada.” (Mateus 18:16)

Como nos diz a Bíblia, se queremos fazer um julgamento justo devemos contar com o testemunho de duas ou três testemunhas. Se apenas déssemos atenção a este princípio, evitaríamos muitíssimos problemas.

Tendemos de maneira natural a escutar a versão de uma pessoa e imediatamente decidir a seu favor, parece-nos convincente e ganha a nossa simpatia. Mas, mais tarde damo-nos conta de que aquele era  somente um lado da história. Quando escutamos a outra parte, damo-nos conta de que a primeira pessoa tinha torcido os fatos ou, pelo menos, tinha-os disposto a seu favor. Assim: O primeiro a apresentar a sua causa parece ter razão, até que outro venha à frente e o questione.” (Provérbios. 18:17). Se tomarmos uma decisão antes de conhecer os fatos na sua totalidade, procedemos com menos justiça do que o sistema judicial do mundo e colocamo-nos sob a censura de Provérbios  18:13: “Quem responde antes de ouvir, comete insensatez e passa vergonha”.

Quando Ziba informou Davi que Mefibosete pretendia restituíssem o trono, Davi aceitou esta calúnia sem investigar e deu a Siba a propriedade de Mefibosete (2 Samuel 16:1-4). Mais tarde Mefibosete teve a oportunidade de contar ao rei como ocorreram na realidade os fatos. Então Davi compreendeu que tinha tomado uma decisão sem ter evidências suficientes.

O Senhor Jesus atuou sobre a base deste princípio. Manifestou que não era suficiente que desse testemunho de Si mesmo (João 5:31). Por esta razão acrescentou outros quatro testemunhos: João, o Batista (ver. 32-35); as Suas obras (ver 36); Deus, o Pai (ver. 37-38); e as Escrituras (ver. 39-40).


Se não conseguirmos reunir o testemunho competente de duas ou três testemunhas, podemos partir corações, arruinar reputações, dividir igrejas e separar amizades. Se seguirmos a Palavra de Deus, não faremos injustiças nem feriremos a ninguém.

10 de Janeiro - Um dia de cada vez - William MacDonald

10 de Janeiro - Um dia de cada vez - William MacDonald

Um dia de cada vez - William MacDonald

10 de janeiro

e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta.”(Hebreus 12:1)

São muitos os que têm uma ideia excessivamente idealista da vida cristã. Supõem que esta deve ser uma série ininterrupta de experiências místicas. Elas leem livros e revistas cristãs, escutam testemunhos de sucessos dramáticos e tiram a conclusão de que isto é tudo na vida. No mundo dos seus sonhos, não há problemas, angústias, provas e perplexidades. Não há trabalho duro, não há rotina diária nem monotonia. É o “sétimo céu.” Quando se dão conta de que a sua vida não encaixa neste modelo, sentem-se desanimados, desiludidos e em desprivilegiadas.

A verdade é está: A maior parte da vida cristã é o que G. Campbell Morgan chama de: “o caminho da árdua perseverante ao fazer coisas aparentemente pequenas”. Assim é como a vejo: depois de entregar-se a muitas tarefas insignificantes, a longas horas de estudo disciplinado e ao serviço diligente sem resultados aparentes, às vezes surge a pergunta: “Estou realmente fazendo algo?” É então quando o Senhor nos dá um sinal de encorajamento, alguma resposta maravilhosa à oração, alguma palavra clara que nos indica o caminho. Nos sentimos fortalecidos e reatamos a marcha para chegar um pouco mais à frente.

A vida cristã é uma corrida de longa distância, não de 100 metros rasos, e necessitamos de resistência para a correr. É importante começar bem, mas o que realmente conta é a resistência que nos capacita a termina com um glorioso esplendor.

Enoque terá sempre um lugar de honra entre as histórias de persistência. Caminhou com Deus —pense nisso— por 300 anos (Gênesis 5:22). Mas não pensemos que aqueles foram anos de puro brilho ou de emoção ininterrupta. Num mundo como o nosso, era inevitável ter a sua porção de dificuldades, de perplexidades e até de perseguições. Mas Enoque não se cansou de fazer o bem. Persistiu até ao fim.

Se alguma vez te sentir tentado a desistir, lembre-se das palavras de Hebreus 10:36) que diz: “Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa.”

Uma vida nobre não é um resplendor             
De glória repentinamente alcançada,
Mas apenas um somar de dias

Onde é feita a vontade de Deus.

Gênesis Cap.1 - Comentário Bíblico Popular, William Macdonald

Gênesis Cap.1 - Comentário Bíblico Popular, William Macdonald

Gênesis Cap.1 - Comentário Bíblico Popular, William Macdonald

I. O inicio da história da terra (1—11)

A. A criação (1—2)


1:1 “No princípio, criou Deus...” . Essas quatro primeiras palavras da Bíblia representam o alicerce da fé. Creia nelas e será capaz de acreditar em tudo que está escrito na Bíblia. Gênesis contém o único relato legítimo da criação. Além disso, fornece sentido e propósito para pessoas de todas as idades, e seu conteúdo vai muito além do que todos somos capazes de absorver. Em vez de tentar provar a existência de Deus, o texto inicia-se pressupondo isso como um fato. A Bíblia chama de insensato (SI 14:1; SI 53:1) aquele que escolhe negar a existência de Deus. Assim como as Escrituras abrem falando de Deus, ele deve ser também o primeiro em nossa vida.

1:2 A teoria denominada criação e reconstrução, uma dentre várias interpretações conservadoras da narrativa de Gênesis, considera que entre os versículos 1 e 2 houve uma catástrofe gigantesca, possivelmente a queda de Satanás (ver. Ez 28:11-19) . Isso tomou a criação perfeita e original de Deus sem forma e vazia {tõhü wãvõhú). Considerando que Deus não criou a terra sem forma e vazia (ver. Is 45:18), somente um imenso cataclismo poderia explicar a condição caótica descrita no versículo 2. Proponentes dessa interpretação chamam atenção para o fato de que o termo traduzido por estava (hãyethã) também pode ser traduzido por “tomou-se”.4 Desse modo, o texto poderia ser traduzido: “A terra, porém, ficou sem forma e vazia”. E o Espírito de Deus pairava por sobre as águas, isto é, preparava-se para o maravilhoso ato criativo e reconstrutivo que vem a seguir. Os versículos restantes descrevem os seis dias de criação e reconstrução que moldaram a terra para ser habitada pelos seres humanos.

1:3-5 No primeiro dia, Deus ordenou que a luz se separasse das trevas e, com isso, estabeleceu o ciclo Dia e Noite. Esse ato não deve ser confundido com a criação do sol, da lua e das estrelas no quarto dia. Em 2 Coríntios 4:6, o apóstolo Paulo estabelece um paralelo da separação entre a luz e as trevas com a conversão do pecador.

1:6-8 Parece que, antes do segundo dia, aterra estava completamente imersa numa camada espessa de água, talvez em forma de vapor carregado. No segundo dia, Deus dividiu essa camada em duas partes: uma parte cobriu a terra, e a outra formou as nuvens, e entre elas surgiu a atmosfera, ou firmamento: E chamou Deus ao firmamento Céus, isto é, o espaço imediatamente acima da superfície do planeta (não o espaço estelar, nem o terceiro céu, onde Deus habita). 0 versículo 20 deixa claro que o céu aqui se refere ao espaço onde voam as aves.

1:9-13 Depois disso, Deus ajuntou as águas que cobriam o planeta e fez aparecer a porção seca, criando assim a Terra e os Mares. Além disso, no terceiro dia Deus fez surgir todos os tipos de plantas e árvores na terra.

1:14-19 Somente no quarto dia Deus criou os luzeiros no firmamento dos céus (o sol, a lua e as estrelas) para iluminarem a terra e servirem no estabelecimento do calendário.

1:20-23 No quinto dia, Deus povoou as águas com peixes e a terra, com aves e insetos. A palavra traduzida por aves significa “seres que voam”, incluindo morcegos e provavelmente insetos alados.

1:24-25 No sexto dia, Deus criou os animais e répteis. A lei biológica da reprodução aparece repetidamente com as palavras conforme a sua espécie. Há variações significativas entre as “espécies” que
compõem a vida biológica, mas não há cruzamento entre uma espécie e outra.

1:26-28 A coroa da obra de Deus foi a criação do homem à sua imagem e semelhança. Isso significa que o homem foi colocado na terra como representante de Deus e, de certa forma, partilha características semelhantes com o Senhor: Deus é uma Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo), e o homem é um ser tripartite (corpo, alma e espírito); como Deus, o homem possui intelecto, juízo moral, poder de se comunicar com os outros e uma natureza emocional que transcende seus instintos. Não há indicação de semelhança física no texto. Ao contrário dos animais, o homem é um ser criador e adorador, e se comunica com clareza. O versículo 26 contempla ou até mesmo faz supor a existência da Trindade: “disse [no heb., o verbo está no singular] Deus [.Elohim, no plural]: Façamos [plural] o homem à nossa imagem”. A Bíblia apresenta a origem dos sexos como um ato criativo de Deus (a evolução até agora não conseguiu explicar como surgiram os sexos). Deus ordenou aos seres humanos: sede fecundos, multiplicai-vos. Quanto à criação, Deus disse ao homem: sujeitai-a; dominai; porém não mandou que fosse destruída. A crise atual que afeta o meio ambiente se deve à ganância, ao egoísmo e à negligência do homem.

1:29-30 Esses versículos deixam claro que, no início, os animais eram herbívoros, e o homem, vegetariano. Essa situação mudou após o dilúvio (ver. 9:1-7). Será que os seis dias da criação compreendiam 24 horas ou seriam referentes a eras geológicas? Ou será que se referem a seis dias de “visões dramáticas” em que Deus revelou a Moisés como ocorreu a criação? Até agora, nenhuma evidência científica refutou o conceito de que esses períodos se referem a dias solares de 24 horas. A expressão “houve tarde e manhã” indica um intervalo de 24 horas. Em qualquer outra passagem do AT, essas palavras indicam um dia solar normal. Após o término daquele sétimo dia, Adão ainda viveu 930 anos, de modo que o sétimo dia provavelmente não se refere a uma era geológica. No AT, sempre que a palavra “dia” aparece junto de um numeral (p. ex., “primeiro dia”), ela se refere a um dia de 24 horas. A ordem de Deus para que o povo de Israel descansasse no sábado tinha por base seu descanso no sétimo dia após seis dias de trabalho (Êx 20:8-11). A fim de garantirmos uma interpretação coerente sobre esse assunto, precisamos adotar um único significado para a palavra “dia”. A dificuldade, entretanto, reside no fato de que o dia solar como o conhecemos pode ter surgido somente no quarto dia da criação (v. 14-19). Na Bíblia, não se atribui uma data específica à criação do céu e da terra ou à criação do homem. Contudo, o texto apresenta genealogias. Ora, mesmo admitindo possíveis lapsos de tempo nessas informações, o homem não poderia ter vivido na terra por milhões de anos, como querem os evolucionistas. João 1:1,14, Colossenses 1:16 e Hebreus 1:2 ensinam que o Senhor Jesus foi o agente da criação. Em vista das inesgotáveis maravilhas de sua criação, ele é digno de adoração eterna.


1:31 Ao final dos seis dias da criação, viu Deus tudo
quanto fizera, e eis que era muito bom.

7 de Janeiro - Um dia de cada vez - William MacDonald

“...visto que andamos por fé e não pelo que vemos” (2 Coríntios 5:7)

Um dia  de cada vez - William MacDonald

7 de Janeiro


“...visto que andamos por fé e não pelo que vemos” (2 Coríntios 5:7)

Você já parou para se perguntar por que um jogo de futebol é mais empolgante para a maioria das pessoas que uma reunião de oração? No entanto, registros de presença se comparados provam que isto é verdade.

Talvez perguntemos: “Porque a presidência dos Estados Unidos é mais atraente que a supervisão de uma igreja?” Pais não dizem aos seus filhos; “Coma a sua comida para que um dia você seja um presbítero”. Não, eles dizem: “Limpe seu prato e um dia, quando crescer você poderá chegar a ser presidente”.

Por que uma carreira de negócios bem sucedida é mais atraente que a vida de um missionário? Cristãos muitas vezes desencorajam seus filhos a irem ao campo missionário, felizes de vê-los chegaram a “cargos importantes em empreendimentos seculares”.

Por que uma documentário na TV é mais cativante que o estudo da palavra de Deus? Pense nas horas que gastamos na frente da TV e nos momentos corridos diante de uma Bíblia aberta!

Por que as pessoas estão dispostas a fazer por dinheiro o que não fariam por amor a Jesus? Muitos dos que são incansáveis em seu trabalho para uma empresa são apáticos e indiferentes quando o Salvador os chama.

Por fim, por que nossa nação parece ser a maior e mais importante que a igreja? A política nacional é colorida e cativante. A igreja muitas vezes parece mover-se lentamente e sem dinâmica.

A razão por trás de todas estas coisas é que andamos pelo que vemos e não pela fé. Nossa visão está distorcida. Não vemos as coisas como realmente são. Valorizamos mais o temporal que o eterno. Valorizamos mais a alma que o espírito. Valorizamos mais a opinião dos homens que a de Deus.

Quando andamos pela fé, tudo muda. Temos uma visão espiritual completa. Vemos as coisas como Deus as vê. Valorizamos a oração como o privilégio indescritível de ter uma audiência direta com o Soberano do universo. Vemos que um ancião de uma assembléia significa mais para Deus que o governador de uma nação. Vemos, assim como Spurgeon, “que se Deus chama alguém para ser missionário, seria uma tragédia vê-lo reduzir-se a um rei”. Vemos a televisão como uma  terra do nunca de irrealismo, enquanto a Bíblia contém a chave para uma vida de satisfação. Estamos dispostos a gastar e a sermos gastos por Jesus de uma forma que jamais aceitaríamos fazê-lo por uma corporação impessoal e indigna. E reconhecemos que nossa igreja local é mais importante para Deus e para o Seu povo que o maior império do mundo. 

Andar pela fé faz toda diferença!

William MacDonald (Jan. 7, 1917 - Dez. 25, 2007)

William MacDonald (Jan. 7, 1917 - Dez. 25, 2007) 

Foi promovido à glória com a bonita idade de 90 anos. 

William MacDonald foi um gigante do nosso tempo. Privou-se do casamento, vivendo solteiro toda a vida, dedicado em absoluta entrega e devoção ao Senhor que o amou e que ele amava. Foi um exímio escritor e preletor. A sua partida deixa-nos um enorme vazio. 

Bill, como era conhecido pelos amigos, sofreu uma queda no feriado do dia de Ação de Graças, em 22 de Novembro, fraturando uma vértebra. Enquanto se recuperava, desenvolveu uma hérnia na região do abdômen. Hemorragias e outras complicações fragilizaram o nosso amado irmão, tendo que ser sujeito a transfusões de sangue e intervenções cirúrgicas adicionais.

Era um homem simples — calmo e reservado — que viveu num apartamento com um único quarto em San Leandro. 

Autor de um dos mais populares comentários bíblicos, William MacDonald faleceu no dia 25 de Dezembro, nos EUA. Apaixonado pela difusão do conhecimento bíblico, Bill mantinha-se a par do desenvolvimento dos trabalhos, não poupando esforços, nem tão-pouco recursos para a sua divulgação. 

William MacDonald nasceu numa família Escocesa temente a Deus, em Leominster, Mass. (EUA). A sua família mudou-se pouco depois para a Ilha de Lewis na Escócia mas, após um curto período ali, regressou aos EUA, onde ele frequentou a Universidade de Tufts. Fez depois o Mestrado em Administração Empresarial na Universidade de Harvard. Converteu-se na sua juventude com 18 anos, tendo-se dedicado totalmente à obra do Senhor, abrindo mão de uma promissora carreira bancária, deixando-a aos pés da cruz. Durante mais de setenta anos, ele palestrou sobre questões chave do Cristianismo em termos claros e simples. As suas oitenta e quatro obras são caracterizadas por uma apresentação viva e ousada da verdade.

Ele é um dos escritores menos conhecido mais vendidos no mundo. O seu "Verdadeiro Discipulado" causou enorme impacto a toda uma geração de crentes. O seu Comentário Bíblico do Crente foi traduzido em muitas línguas (Japonês também); em alguns países este comentário existe num volume único. Ele produziu centenas de folhetos, dos quais destacamos "Tenho que te dizer isto", que tem sido amplamente espalhado. Recentemente ele produziu dois CDs evangelísticos, "Nada Acontece Por Acaso" e "A Maior Mentira do Mundo", que têm sido distribuídos aos milhares. O seu livro de meditações diárias, One Day at a Time (Um Dia de Cada Vez), é muito inspirador, consolador e edificante.

"Ele causou impacto em milhões de vidas, mas fugiu sempre a qualquer espécie de glória, louvor ou atenção para si," disse Don Robertson, um dos seus amigos de longa data. "Ele ficava contente por ser desconhecido, embora muitos o conhecessem." 

O seu ministério oral ainda está disponível em sites como VoicesforChrist.org, sendo

uma bênção para muitos neste mundo. As suas pregações foram sempre muito apreciadas.

Ele foi Presidente da Escola Bíblica Emaús, que promove estudos de correspondência e outros, e esteve associado a obras como 
Discipleship Intern Training Program, OM, New Tribes Missiontendo participado em muitas conferências, acampamentos bíblicos, e sendo frequentemente convidado por muitas igrejas locais para lhes ministrar a Palavra de Deus. O seu ministério no meio do povo de Deus era magnânimo, mas não comprometia a verdade. Ele vivia o que pregava, e faz muita falta como exemplo de equilíbrio entre a graça e a verdade.

Howard Ormsby (um dos anciãos da Calvary Bible Chapel) oficiou o serviço fúnebre dando uma mensagem sobre o Salmo 23. Ele falou de três segredos revelados por este Salmo muito amado, assim:

1. O Segredo de Uma Vida Feliz
2.  O Segredo de Uma Morte Feliz
3.  O Segredo de Uma Eternidade Feliz


A humildade de William MacDonald era o que mais impressionava quem o conheceu. Ele viveu uma vida simples e partiu para o Senhor em simplicidade.